FilteBahia virou FIGA

Metendo a Boca
MIT NORDESTE
11 e 12 DE SETEMBRO
RIcardo Tabosa
Fortaleza/Ceará
Local. CASA PRETA
Hora. 18:00
Duração60 minutos
16 anos
Foto. Hannah Rodrigues
Um homem conta sobre o momento exato em que perdeu a fala, ainda na infância, ao descobrir que seu "jeitinho" incomodava muita gente. A partir dessa lembrança, ele inicia uma jornada visceral de resgate em busca da própria voz. Um caminho cheio de desvios, confrontando questões de identidade e sexualidade: o que é ser um homem hoje? Entre silêncios e desabafos, a arte do lip sync convoca uma multidão de vozes que se embaralham. A boca se torna lugar de disputa, onde a linguagem aparece fragmentada, instável, atravessada por tensões entre o que se diz, o que se cala e o que escapa. Inspirado na trajetória do próprio ator Ricardo Tabosa, o espetáculo investe na sobreposição entre memória e invenção. Metendo a Boca aborda, com humor e sensibilidade, as discussões urgentes sobre silenciamentos impostos às vivências LGBTQIAPN+ e a crise da linguagem no mundo contemporâneo.
Festival Internacional Gestus de América

A Travessia do Grão Profundo
MIT NORDESTE
13 e 14 DE SETEMBRO
Núcleo Caatinga da Cia Teatral Avatar
Irecê/Bahia
Local. CAIXA CULTURAL. SALVADOR
Hora. 20:00 (dia 13) / 19:00 (dia 14)
Duração. 60 minutos
12 anos
Foto. Jailson Silva
O Espetáculo "A Travessia do Grão Profundo", do Núcleo Caatinga da Companhia Teatral Avatar, com texto e direção de Paulo Atto e estrelado pelo ator ireceense Mozar Primo, conta a história de Zinho, que ainda menino, vê seu pai migrar abandonando a terra em que viviam. Ao tornar-se jovem Zinho resolve sair em busca do seu pai pelo sertão. A travessia que este jovem empreende pela caatinga e todos os encontros que daí decorrem é o tema central desta peça que apresenta a sua viagem/narrativa existencial, pessoal, onírica e mítica, fundindo fantasia e realidade, nas profundezas do sertão.
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Nego D’água
MIT NORDESTE
11 e 12 DE SETEMBRO
André Vitor Brandão
Petrolina/Pernambuco
Local. CAIXA CULTURAL SALVADOR
Hora. 20:00
Duração. 35 minutos
LIVRE
Foto. Nelson Miranda
Nego D’água evoca as encantarias e as memórias que habitam as águas do rio São Francisco. A partir de um imaginário que conflui encanto e mistério, material e imaterial, a fluidez e o movimento constante faz emergir outros corpos - humanos e não-humanos - assentados nas cosmo percepções, nas lutas e resistências indígenas, negras e caboclas que coabitam os territórios ribeirinhos.

EVENTO GRATUITO
A Raiva dos Músculos
11 e 12 DE SETEMBRO
Projeto Funk Killer. Tudo por Amor.
Local. CMUSEU DE ARTE DA BAHIA-MAB
Hora. 16:00
Duração. 40 minutos
16 anos
Foto. Fernanda Procopio
A diretora, atriz e curadora paulista, Andreia Duarte, estrutura uma intervenção, ao lado do artista soteropolitano Ariel Ribeiro, A Raiva dos Músculos, parte do lançamento do projeto Funk Killer – Tudo por amor. O trabalho propõe refletir sobre as tensões entre igualdade de gênero e o sistema patriarcal, criando um espaço coletivo de escuta e ação para romper ciclos de violência e trauma.

Medalha de Ouro
MIT NORDESTE
"Medalha de Ouro” é uma peça que trata de experiências cotidianas do ofício de ser atriz, inspirada em histórias e memórias de atrizes cearenses vivas, de gerações, pensamentos e classes sociais diferentes. Com uma poética que mescla a ficção e o documentário, a peça investiga o que há em comum na resistência dessas atrizes em se manterem vivas como mulheres artistas, entre os percalços e os fascínios da profissão.

Museu do que somos
MIT SALVADOR
03 e 04 de SETEMBRO
Corre Coletivo Cênico
Salvador/Bahia
Local. CASA PRETA
Hora. 16:00 (dia 03) / 18:00 (dia 04)
Duração. 90 minutos
14 anos
O que é um museu? Quem escolhe o que é exposto? Como é o seu museu? A partir destas perguntas, o CORRE Coletivo Cênico cria a peça Museu do Que Somos. Entre documentos oficiais, narrativas biográficas, movimentos coletivos e vivênciasperformativas, a peça Museu do Que Somos convida o público a experienciar o lugar de curador de uma exposição e construir um museu que exponha não apenas sua memória, mas sobretudo os contextos do vivido e as peças do presente

Guiança
MIT NORDESTE
04 e 05 de SETEMBRO
Ireno Junior/Plataforma Danças que Temos Feito
Teresina / Piauí
Local. CAIXA CULTURAL SALVADOR
Hora. 20:00
Duração. 40 minutos
LIVRE
Foto. Caio Silva

Guiança é um espetáculo que surge da necessidade de dançar junto, tendo aação de guiar como princípio. Nesta coreografia de guianças, deseja-se inventar outras realidades dançantes em cena, tais como samurais e sereias. Dançar como piauienses samurais. O espetáculo acontece pela possibilidade de fabular existências dançantes que se multiplicam pelas sombras projetadas que, também dançam e compõem a cena. Dançar como quem guia, para se deixar ser guiado em atos de afetação em dança. Guiança é um espetáculo de autoria de Ireno Júnior, que assina a concepção, direção, coreografia e dramaturgia. A obra é dançada e criada junto com Samuel Alvís e Datan Izaká, dentro da Plataforma Danças Que Temos Feito. O trabalho estreou em 2022 no JUNTA Festival, emTeresina, Piauí, Brasil.

Os pássaros de Copacabana
MIT SALVADOR
03 e 04 DE SETEMBRO
Teatro Nu
Salvador/Bahia
Local. TEATRO MOLIÈRE
Hora. 20:00
Duração. 70 minutos
14 anos
Foto. Ricardo Prado
A partir das canções de Ary Barroso, a peça – escrita e dirigida por Gil Vicente
Tavares – conta a história de uma travesti, às vésperas do Golpe de 1964, tentando fazer um espetáculo em homenagem ao compositor. Em cena, Marcelo Praddo interpreta clássicos de Ary e canções menos conhecidas, intercalando com depoimentos e lembranças da vida da personagem. A partir dos seus relatos, a peça vai revelando sentimentos e segredos dessa travesti em meio ao período conturbado do Brasil e a sua luta diária contra o preconceito e a marginalização de sua condição na sociedade brasileira daquela época.
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MIT SALVADOR
(sem) Drama
06 e 07 DE SETEMBRO
Terceira Margem e Casa Preta
Salvador / Bahia
Local. CASA PRETA
Hora. 18:00
Duração. 75 minutos.
16 anos
Foto. Alan Garfo
A PEÇA – Com direção e atuação de Caio Rodrigo e Gordo Neto, [sem] Drama tem o conto A casa tomada, de Júlio Cortázar, como dispositivo. Na trama, dois irmãos, confinados sem motivo aparente, percebem que a casa onde moram está desaparecendo. Essa situação limite, ancorada num elemento sobrenatural, favorece uma constante dialética entre linguagem e vida, borrando as fronteiras entre ficção e realidade.

MIT NORDESTE